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Por que os motoristas de caminhão estão desistindo da profissão?

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Processos seletivos infinitos. Todo gestor de frota e RH conhece bem a dor de cabeça para contratar caminhoneiros para dirigir a frota da transportadora. Porém, a boa notícia é que a tecnologia promete dar fim a este problema.

Em pesquisa promovida pela Confederação Nacional de Transportes (CNT) foi identificado que 44,6% das empresas de Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) possuem vagas em aberto para motoristas.

O mesmo levantamento constatou ainda que mais de 60% das vagas estão em transportadoras de grande porte, com mais de 100 colaboradores. Se sobram vagas, o que falta para motoristas de caminhão é a vontade de seguir na profissão.

De acordo com a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), cinco anos atrás o Brasil tinha 919 mil transportadores autônomos. Em 2021, esse número caiu para 696 mil motoristas, representando uma queda de 24%.

Para os caminhoneiros autônomos, com caminhão próprio, na hora de colocar na ponta do lápis os ganhos e as despesas, muitas vezes a conta não fecha. Isso porque, o aumento do combustível diesel e a ausência de reajuste do preço do frete prejudicam a categoria.

Insatisfeitos, estes motoristas experientes não desejam permanecer na profissão e buscam outro caminho. É o caso do baiano Alexsandro Bastos, de 37 anos e motorista profissional há 19 anos.

"Vendi meu caminhão e comprei um terreno, onde quero construir uma mercearia na Ilha de Itaparica, na Bahia, não compensa ter caminhão. Eu vivia para o trabalho e não via a minha família", conta em reportagem da UOL.

Mas, existe um outro lado desse cenário. Na startup Motorista PX o que não faltam são motoristas autônomos qualificados querendo trabalhar.

Tecnologia traz vantagens para os dois elos da logística

Apesar de serem autônomos (MEI), os caminhoneiros da Motorista PX não precisam de um veículo próprio, recebem por dias trabalhados e têm liberdade de escolher a viagem que desejar, através da plataforma. O gestor de frota ganha rapidez na contratação, e tem menos custos com impostos que no modelo CLT. Ele só precisa lançar as viagens na plataforma, selecionar o motorista dentre vários candidatos e pronto.

Para que sejam aprovados na plataforma PX, o cadastramento dos motoristas passa por múltiplas etapas - incluindo gerenciadora de riscos -, o que garante às transportadoras um amplo banco de dados de profissionais qualificados.

Fonte: Motorista PX